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Política

Debates no Senado Federal sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para o fim da escala de trabalho 6x1 e as movimentações das bancadas partidárias.

07 de outubro de 2026 Redação Portal 3 min de leitura 0 leituras
Debates no Senado Federal sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para o fim da escala de trabalho 6x1 e as movimentações das bancadas partidárias.
O Plenário do Senado iniciou a discussão da PEC que extingue a jornada 6x1. O debate teve sessão semipresencial e baixa adesão da bancada do PL. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre, planeja pautar a votação na semana seguinte. Enquanto governistas e aliados defendem a redução de horas sem perda salarial, parlamentares da oposição continuam propondo alternativas com maior flexibilização.

1. Abertura das Discussões em Plenário

O Senado Federal deu início à primeira das sessões de discussão necessárias para a análise da Proposta de Emenda à Constituição que extingue a jornada 6x1. A iniciativa altera o limite constitucional do tempo de trabalho semanal e garante dois dias de repouso aos trabalhadores. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), sinalizou a intenção de pautar a votação da proposta na semana subsequente.

2. Posicionamento e Presença de Bancadas

A sessão inicial foi realizada em formato semipresencial. Do total de 15 senadores que compõem a bancada do Partido Liberal (PL), apenas seis registraram presença durante as deliberações (Efraim Filho, Izalci Lucas, Eduardo Gomes, Magno Malta, Wilder Morais e Marcio Bittar). Parlamentares da oposição voltaram a sustentar propostas alternativas, como o texto do senador Rogério Marinho (PL-RN), que sugere flexibilizar jornadas com redução proporcional de salários.

3. Argumentos e Próximos Passos

Entre os senadores que discursaram, predominou a defesa de ajustes na legislação trabalhista. Contudo, foram apontadas ressalvas quanto à rapidez da transição e à necessidade de avaliar impactos econômicos e operacionais. Pelo rito regimental, a PEC precisa passar pelo ciclo de sessões de discussão antes de ser submetida à votação em dois turnos, exigindo o apoio de no mínimo 49 senadores para aprovação.

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