A retomada e o fortalecimento do setor sucroalcooleiro em Campos dos Goytacazes impulsionados pelo modelo cooperativista da Coagro.

A Força do Cooperativismo na Maternidade do Campo Fluminense
A história do Norte Fluminense confunde-se com a própria trajetória da cana-de-açúcar no Brasil. No entanto, por anos, o produtor rural de Campos dos Goytacazes enfrentou incertezas financeiras e o abandono de usinas tradicionais. Esse cenário começou a se transformar com a consolidação do modelo cooperativista, tendo a Coagro como eixo central de uma virada estratégica na economia local.
Ao resgatar a capacidade industrial do município e garantir o recebimento da produção, a cooperativa não apenas reativou usinas, mas devolveu a previsibilidade ao dia a dia do agricultor. O pequeno e o médio fornecedor de cana, antes vulneráveis às oscilações do mercado e ao calote, passaram a contar com assessoria técnica, pontualidade no pagamento e incentivo para investir na melhoria do solo e na renovação dos canaviais.
O impacto vai muito além das métricas agrícolas. A moagem recorde e o escoamento eficiente de etanol e açúcar se traduzem em circulação de dinheiro no comércio local, fixação do homem no campo e geração de centenas de empregos diretos e indiretos durante a safra. O cooperativismo provou que a união dos produtores é a chave para modernizar processos sem perder a identidade agrícola da região.
Fortalecer a cadeia da cana é garantir que a tradição do interior fluminense caminhe de mãos dadas com a inovação e a justiça social. A experiência em Campos demonstra que, quando o produtor assume o protagonismo da sua produção, todo o ecossistema regional prospera.



